09/08/2008 - 11h54
Delegação da Geórgia pode se retirar dos Jogos Olímpicos
Das agências internacionais
Em Pequim (China)
Em Pequim (China)
A invasão russa em uma região com foco de conflito separatista na Geórgia pode acarretar na retirada da delegação georgiana, com 35 atletas, das Olimpíadas de Pequim.
O próprio Comitê Olímpico da Geórgia ainda não sabe o que pode acontecer, mas está pensando no assunto. "Tudo depende de uma decisão do presidente do país (Mikheil Saakashvili)", afirmou o porta-voz Giorgi Tchanishvili.
A equipe olímpica da Geórgia pediu que a comunidade internacional ajude a acabar com a violência na região. "A Geórgia pede a comunidade internacional que esta deixe claro (à Rússia) que invadir e bombardear um território soberano é algo inaceitável em pleno século 21", afirmaram os atletas georgianos em comunicado.
Nesta sexta-feira, os russos invadiram a região separatista da Ossétia do Sul, no norte da Geórgia. Antes, tropas da Geórgia haviam bombardeado a região, considerada um enclave pró-Rússia, em uma ampliação de um conflito que já perdura desde o início dos anos 90.
Os conflitos na região começaram quando a região se autoproclamou "república soviética", mas o parlamento da Geórgia, que estava se separando da URSS, decretou a que a região autônoma fosse dissolvida.
Mikheil Saakashvili, presidente da Geórgia, declarou estado de guerra neste sábado e pediu um cessar-fogo com a Rússia. Aliado dos Estados Unidos no Cáucaso, a Geórgia foi alvo de um segundo ataque aéreo quando tentava uma manobra para retomar o controle da Ossétia do Sul.
A equipe olímpica da Geórgia pediu que a comunidade internacional ajude a acabar com a violência na região. "A Geórgia pede a comunidade internacional que esta deixe claro (à Rússia) que invadir e bombardear um território soberano é algo inaceitável em pleno século 21", afirmaram os atletas georgianos em comunicado.
Nesta sexta-feira, os russos invadiram a região separatista da Ossétia do Sul, no norte da Geórgia. Antes, tropas da Geórgia haviam bombardeado a região, considerada um enclave pró-Rússia, em uma ampliação de um conflito que já perdura desde o início dos anos 90.
Os conflitos na região começaram quando a região se autoproclamou "república soviética", mas o parlamento da Geórgia, que estava se separando da URSS, decretou a que a região autônoma fosse dissolvida.
Mikheil Saakashvili, presidente da Geórgia, declarou estado de guerra neste sábado e pediu um cessar-fogo com a Rússia. Aliado dos Estados Unidos no Cáucaso, a Geórgia foi alvo de um segundo ataque aéreo quando tentava uma manobra para retomar o controle da Ossétia do Sul.



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